adicionar aos favoritos | São Paulo/SP

25/06/2008 20:20
Fonte de reflexão
E de sentimento interior
Vou escrevendo este poema
Com toda a honra e louvor
Sem termos específicos
E complexidade na fala
Vou dizendo tudo em verso...
Assim ninguém me cala!
Enquanto for homem docente
E convicto do que sonho e quero
Nada me deitará jamais abaixo
Nem tão pouco quem não venero
À medida que escrevo e penso
Um sentimento envolve a alma
Será ódio? Amor? Esperança??
Ou apenas a marca da palma?
Esta marca diz a gente
Que o nosso destino tem escrito
Será por isso que tanta gente
Vê o amor como um mito?
Amor como um mito sim
Porque dizem que ele é vivo
Algumas pessoas não chegam a provar
Nem a terem comprovação tipo recibo
É verdade que sendo um mito
Mesmo assim pode matar
Tão dolorosa é a dor que provoca
Como se da terra nos puxasse o mar.
Em frases melancólicas
Parece que vou escrevendo
Um testamento de sentimentos
Como o testemunho de um santo terreno.
Não sou sábio nem herói
Mas escrevo o que penso e digo
A verdade é que o amor é para alguns
Um termo insignificante e ambíguo.
Pena é que boa gente
É facilmente enganada
Compram pedra por ouro
Paralelo por alcatrão da estrada
Estrada da vida, esta
Em calçada ou alcatrão
Se vais descalço tem cuidado
Pois pode arranhar o chão
Mesmo assim não é esse o perigo
O perigo são as cobras do deserto
Lançam tanto veneno a toa
Pensam que tem sempre gente por perto.
A vida é sempre assim
Amor e ódio par a par
Vivemos ilusões e desilusões
Sempre a espera que algo possa mudar
Para melhor ou para pior
Respectivamente falando assim
Querer o amor e felicidade
Ou a escravidão, monotonia e o fim.